Amanda fechou a porta devagar.
O clique da tranca reverberou pela casa como um suspiro pesado, um ponto final que arrastava reticências.
Mas dentro dela, nada parecia terminado.
O anel pesava nas mãos, metálico e frio, um objeto pequeno demais para conter tanto significado. Um símbolo congelado no tempo — promessa desfeita, um amor que não vingou, um sonho que se desfez antes de florescer.
Ela caminhou até a sala, cada passo ecoando a lentidão do que precisava ser sentido. Sentou-se no sofá