O táxi parou diante da mansão Mancini exatamente às 18h27. A luz do fim do dia não era dourada — era incandescente, cortando o céu como lâminas alaranjadas sobre um pano azul-cobalto. Amanda desceu do carro com a respiração marcada, o peito alto e o maxilar travado. Não havia pressa, tampouco hesitação. Ela caminhava como quem carregava uma sentença, mas pela primeira vez… era a própria juíza.
O cascalho sob seus pés estalava com firmeza. O vento leve bagunçava seus cabelos soltos, e ela não se