Algo dentro de mim pesava, eu sentia pena dela, apesar de tudo. Queria contar-lhe a verdade, mesmo sem ter o direito de falar. Meu pai desceu, veio em minha direção e, quando menos esperei, me deu um beijo na testa. Depois foi até Ana Liz e fez o mesmo com ela. Eu o olhei, ainda receosa. Tudo era tão bom... E o medo de querer ficar, de me agarrar a ele, era real.
— Bom dia, minhas princesas! — falou, alegre e animado.
— Bom dia, meu amor — respondeu Ana Liz, enquanto ele se sentava à mesa.
— Bom