A manhã chegava ao fim, quando cheguei ao refeitório.
Maria Vitória estava simplesmente encantadora. Sua pele brilhava, os olhos também, e embora eu soubesse que a razão de tudo aquilo fosse o seu pai, eu mal conseguia controlar a minha mente.
A filha do meu melhor amigo era o meu desejo mais inapropriado.
Ela se engasgou com a possibilidade de me acompanhar nas cirurgias, tossindo e bebendo água, lutando contra o medo — e, talvez, contra o temor de ficarmos a sós.
Eu nunca ultrapassaria os meu