Meus batimentos estavam descompassados.
Eu e Marcelo apertamos o gatilho praticamente ao mesmo tempo — o dedo dele forçando o meu, tentando destravar a arma.
Mas o tiro… não foi em mim.
Quando o corpo dele estremeceu sob o meu, um nó se formou na minha garganta.
A mão dele fraquejou sobre a minha.
— Maria Vitória… Maria… — ouvi Alexandre atrás de mim, a voz embargada, os braços tentando me afastar.
Mas era tarde. Tarde demais.
Apertei o gatilho novamente.
Uma. Duas. Três. Quatro vezes.
Na quint