Na manhã seguinte, acordaram cedo.
O sol invadia o quarto da pousada em faixas quentes que atravessavam a cortina, iluminando o rosto de Blerim.
Mila ficou olhando em silêncio, tentando guardar aquela imagem: o homem que chegara como um acaso e agora era a raiz de tanta coisa boa.
Quando ele abriu os olhos, sorriu, ainda com a voz rouca de sono.
— Você tá me vigiando?
— Tô. — Ela encostou o queixo no peito dele. — Porque eu não quero esquecer nada disso.
Ele passou a mão pelos cabelos dela, num