Na manhã seguinte, Mila acordou antes do sol. Ainda estava escuro, e a casa dormia num silêncio profundo, interrompido apenas pelo ranger de vez em quando das tábuas do teto.
Por um instante, pensou que tinha sonhado tudo: a carta da mãe, a fotografia com o homem de rosto indefinido, a palavra Shpresë escrita no verso. Mas quando se levantou, viu a caixa aberta sobre a mesa da sala. Não era sonho. Era vida real.
E estava, finalmente, começando a encarar tudo.
Passou um café forte e bebeu em sil