O relógio marcava quase meio-dia quando a porta do quarto finalmente se abriu.
Amara levantou o olhar, já pronta, sentada na poltrona ao lado da cama, com as pernas cruzadas e o celular ao alcance da mão.
Mas foi Dante quem entrou, a expressão impassível, o olhar cinza ainda mais fechado que o habitual.
— Pode sair agora — ele anunciou, a voz baixa e seca.
Amara arqueou uma sobrancelha, o tom desafiador surgindo antes mesmo das palavras.
— Ah, então agora eu tenho permissão?
Dante a