O sol apareceu tímido naquela manhã, filtrando-se pelas cortinas abertas da mansão.
A chuva da noite anterior deixara o ar fresco, e o aroma de café recém-passado se misturava ao perfume doce das flores que ainda decoravam o jardim do noivado.
Rose acordou devagar, com o corpo ainda envolto nos lençóis e o som distante de pássaros lá fora. O anel em seu dedo cintilava na penumbra, e o simples brilho da pedra bastava pra fazê-la sorrir.
Dormira pouco — não por insônia, mas porque o coração parec