Os empresários cumprimentavam Léo, falando do vinho, que era espetacular. Os elogios, as palavras de admiração, tudo era sincero. O trabalho de Léo, a sua paixão, o seu talento, estavam sendo reconhecidos.
O senhor Francesco, morrendo de orgulho, andava pela festa, com a sua taça de vinho, o sorriso no rosto, a satisfação estampada em cada ruga. Ele, o magnata, o avô, o patriarca... tudo isso se misturava em uma imagem de felicidade, de alegria, de esperança.
As pessoas provavam o Santa H