Os olhos de Léo, que me olhavam com tanto medo e preocupação, agora perdiam a força. As pálpebras pesadas, a luta para mantê-los abertos... e então, eles se fecharam. Eu estava em pânico, chorava, soluçava, uma dor no peito que parecia esmagar meu coração. Tentei me aproximar, mas os paramédicos agiam rapidamente, com urgência.
Ele já estava na maca quando o colocaram em uma ambulância. O seu funcionário, que eu reconheci como um dos mecânicos da equipe, me colocou em um carro. A sua voz era ba