Capítulo 58

O dia passou rápido, e à noite, Léo ligou. Eu já estava no quarto, com a mão na barriga, sentindo Lucca Leonardo se mexer. A voz dele, do outro lado da linha, era música para os meus ouvidos, um bálsamo para a minha alma.

— Meu amor, como foi o dia? — ele perguntou, a voz suave, cheia de carinho.

— Foi bom. O trabalho da Fernanda me distraiu bastante.

Ele perguntou do avô, que tinha ficado na propriedade junto comigo e a enfermeira. O seu tom de voz, mesmo através do telefone, era de alívio e preocupação. A sua ausência, mesmo que temporária, o deixou inquieto.

— Ele está bem. Dormindo. A enfermeira disse que ele está reagindo bem ao tratamento. O médico está otimista — respondi, com um suspiro de alívio.

— Estou em Lisboa, deitado já. Amanhã irei para a França. Todos perguntaram por você. A Camille mandou um abraço — a voz de Léo soava calma, mas eu conseguia sentir a saudade em cada palavra.

— Eu também sinto a falta de todos — respondi, com a mão na barriga.

— Eu mal cheguei e já
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