Passaram-se quatro dias desde que Léo viajou. O tempo, que antes corria, agora se arrastava. Eu já tinha editado todas as fotos que Fernanda me enviou e até comecei a ler um novo livro. A mansão, que antes era cheia de vida, parecia vazia sem a presença dele. O senhor Francesco se recuperava bem, e eu passava as tardes na biblioteca com ele, conversando e lendo. A enfermeira cuidava dele com todo o carinho do mundo.
Eu estava na sala, a barriga pesada e a saudade no peito, quando ouvi o barulho