Saímos do consultório e voltamos para o meu apartamento. O som do coração do nosso filho ainda ecoava em minha mente, e a emoção era palpável. Léo, ao meu lado, pegou minha mão enquanto dirigia.
— Eu estou feliz — ele falou, desviando o olhar da estrada por um segundo para me olhar.
A sua felicidade me contagiou, e um sorriso sincero se formou em meus lábios. Chegando ao meu apartamento, ele falou que, infelizmente, precisava ir.
— Preciso ir até a propriedade da Itália resolver algumas coisas