Mundo de ficçãoIniciar sessãoDepois daquela manhã estranha e reveladora, não consegui pensar em mais nada. A frase da minha mãe ecoava repetidamente na minha cabeça como uma melodia incompleta: “Ele escondeu tudo… no baú azul… no fundo do armário… atrás das cortinas.” Foram palavras desconexas, soltas como peças de um quebra-cabeça antigo, mas eu sentia que, de algum jeito, faziam todo o sentido. Algo dentro de mim dizia que aquilo não era apenas delírio.







