Naquele momento, Mayla quis ser a princesa ou seja lá que tinha que ser para salvar não só ao mundo, mas quem sabe preencher o vazio que havia em si. Ela tentou se concentrar. Ela fechou os olhos e tentou "comandar" a energia, como se desse uma ordem a um subordinado.
— Ativar. — Ela sussurrou. Nada aconteceu. — Reiniciar sistema. — Nada.
— Pare de tentar gerenciar a magia! — Abner exclamou, aproximando-se por trás dela, suas mãos cobrindo as dela no console. — Você está tentando usar a lógica para algo que só responde ao instinto. Lembre-se do que você sentiu quando Daniel morreu. Lembre-se da fúria contra Victor. Use a pressão, Mayla. Transforme a dor em corrente elétrica.
Mayla sentiu o calor do corpo de Abner contra suas costas. A proximidade era uma distração, uma variável não planejada. Ela sentiu a frustração crescer.
— Eu não sou uma bateria espiritual, Abner! Eu sou...
De repente, um pequeno estalo de luz dourada saltou dos dedos de Mayla para a pedra. A Runa brilhou por um