Elizabeth
Rogério me levantou da cadeira como se meu corpo tivesse o mesmo peso de um suspiro. Suas mãos deslizaram pela minha cintura, firmes, possessivas, e ele me guiou devagar até a frente da lareira, onde o calor laranja dançava sobre a madeira e iluminava a cabana inteira.
O fogo estalava baixinho, como se acompanhasse nossa respiração.
Rogério parou atrás de mim e afastou suavemente meu cabelo para o lado, roçando os lábios na minha nuca. Beijou devagar, depois mais fundo, deixando minh