Elizabeth
A estrada sinuosa subia devagar entre as árvores altas, e o ar começou a ficar mais frio, mais limpo. Eu encostei a cabeça no vidro, observando a neblina fina que dançava entre as copas das araucárias. Rogério manteve minha mão entre as dele durante todo o caminho.
— “Tá cansada?” ele perguntou, deslizando o polegar na minha pele.
— “Só emocionada demais,” respondi, rindo baixinho.
Quando o carro virou à esquerda, vi um pequeno portal de madeira com luzes amareladas, como vaga-lumes