A casa estava em silêncio.
Luiza tinha mamado e dormido como um anjinho. E eu, depois de um banho demorado, saí só com a toalha enrolada na cintura, indo buscar minha camiseta que tinha esquecido na sala.
Achei que ela já estivesse dormindo.
Doce ilusão.
Ela estava ali, encostada no batente da porta, com aquela camisola fina que grudava no corpo como uma segunda pele. O cabelo solto, bagunçado. As pernas nuas. E os olhos me devorando.
— Guilherme… ela disse, cruzando os braços. — Isso já tá vi