Guilherme
Acordei com o cheiro dela. Da pele dela. Do sexo ainda marcado no ar. E do meu corpo colado ao dela como se fosse a porra do meu lugar no mundo.
Estela dormia de lado, completamente nua, os cabelos bagunçados espalhados pelo travesseiro, a respiração lenta, os lábios entreabertos. Um dos braços dela descansava sobre meu peito, como se até no sono quisesse me manter perto.
Olhei aquele corpo pequeno e tão fodidamente provocante, e senti o pau começar a endurecer de novo. De novo. Como