Estela
Faz alguns meses que cheguei em Nova York, e ainda parece que estou tentando me adaptar a mim mesma.
A cidade pulsa, vibra, engole e ao mesmo tempo expande tudo. As aulas têm sido intensas provas, leituras, noites em claro. Jordan e Mei continuam sendo minha válvula de escape. A gente sai, se diverte, vive tudo com intensidade.
Ainda assim, às vezes, no meio da madrugada, quando tudo silencia… eu penso na minha mãe. No meu pai. No cheiro do café da fazenda. E nele. Por mais que eu tente