Andréia
O quarto ainda tinha aquele cheiro de novo, mas o que realmente me envolvia era o calor do corpo de Gustavo, firme contra o meu. Eu estava deitada em seu peito, ouvindo as batidas compassadas do coração dele, como se fossem um lembrete silencioso de que agora eu estava segura.
— Bom dia, minha joia… ele murmurou, a voz rouca de sono, deslizando a mão em meus cabelos.
Sorri sem levantar a cabeça.
— Bom dia… parece mentira acordar aqui.
Ele riu baixo, beijando minha testa.
— Acostume-se