A tarde no lago foi como um presente. O sol refletia na água calma, e o verde em volta fazia o lugar parecer pintado à mão. Henrique corria de um lado para o outro, jogando pedrinhas na beira e rindo alto a cada vez que a água respingava. Marlene tirava fotos, animada, sempre pedindo para a gente posar — mas eu só conseguia sorrir de verdade quando Gustavo me puxava discretamente para mais perto dele.
Ele se abaixou para ajudar Henrique a improvisar um barquinho de folha, e eu fiquei observando