Parte 58...
Emir
Continuamos sentados no banco. Ayla puxava pequenos pedaços do algodão-doce, distraída.
— Está bom? – ela enfiou o algodão na boca.
— Está sim.
— Então fiz a escolha certa.
Ela me olhou de lado.
— Quem escolheu fui eu. Você não combina com algodão-doce.
— Nem com encontros. – mexi o ombro.
— Nem com praça.
— Mas estou aqui, não estou?
Ela deu um meio sorriso.
— Está.
O barulho dos carros tinha diminuído.
— Está ficando tarde - falei, depois de olhar o relógio. — Eu te levo para