Parte 47...
Ayla
Entramos no quarto para ver como estava nossa tia. Esperamos que a enfermeira saísse do quarto.
— Tia… - chamei baixo, aproximando-me da cama.
Ela virou o rosto devagar, como se o mundo precisasse de tempo para se ajeitar diante dela. Então sorriu. Um sorriso inteiro, consciente, que fez meu peito apertar.
— Ayla… - ela disse meu nome com clareza.
Meu coração deu um salto. Isso foi tão bom.
— Sou eu - respondi, segurando sua mão. — E a Narin está aqui também.
Narin se aproximou