Kate segurava Luna nos braços, sentindo o peso esmagador da dor da amiga. Se pudesse, pegaria para si. O quarto parecia congelado no tempo, como se o mundo inteiro tivesse parado apenas para testemunhar o luto de uma mãe que acabara de perder parte de sua alma. O silêncio era cortante, interrompido apenas pelos soluços quebrados de Luna, que tremia como uma folha frágil ao vento.
Kate apertou os lábios, lutando contra as próprias lágrimas. O sofrimento de Luna era o tipo de dor que não se trad