Luna ficou sozinha novamente. O vazio ao seu redor parecia aumentar, a dor em seu peito era sufocante. Sua alma gritava por seus filhos, o silêncio do quarto devolvia apenas a angústia.
Ela fechou os olhos, tentando encontrar um fragmento de paz, mas tudo o que encontrou foi a imagem dos dois pequeninos que carregou por meses, movendo-se dentro dela, respondendo ao seu toque, ao seu amor. Agora, ela não podia senti-los. Não podia ouvi-los. Apenas o eco da sua dor preenchia o espaço vazio.
A chu