A ponte ainda estava lá.
O mesmo corrimão enferrujado. O mesmo vento úmido das noites em que tudo parece pesar mais que o corpo e, curiosamente, o mesmo silêncio que carregava histórias não ditas.
Foi ali que Luna e Jacob se viram pela primeira vez.
Ela estava com os olhos marejados, os pés perigosamente próximos à beirada e o coração em ruínas. Ele, com a alma ferida por escolhas feitas, as quais ele não desejava. Quando viu a mulher debruçada na ponte, sem hesitar correu ao seu auxílio.
“Não