A casa dormia, como se todo o universo tivesse respirado fundo e escolhido fazer silêncio.
O corredor estava escuro, exceto pela luz suave do abajur do quarto infantil. Uma brisa leve movia as cortinas e um cheiro de lavanda pairava no ar. No berço, Benjamim dormia com o punho fechado próximo à bochecha e o outro erguido como quem alcança o próprio sonho.
Luna o observava com aquele olhar que só as mães têm, um misto de ternura, exaustão e amor absoluto.
Jacob estava atrás dela. Encostado na po