Luara
Cheguei no castelo e nem precisei bater nas grandes portas, elas se abriram automaticamente, como se já esperassem por mim.
Um dos servos se aproximou, sua expressão carrancuda de sempre. Eu já o conhecia de minhas inúmeras visitas frustradas ao castelo. Era um dos poucos vampiros gays da brigada. E sim, eu tinha certeza de sua orientação, apesar de sua fachada de vampiro machão, ele tinha seus momentos de deslizes.
— O que quer agora, humana? — Ele perguntou, o tom carregado de impaciê