A casa estava silenciosa demais. Um silêncio que não acalmava — apenas oprimia. Clara permanecia parada no centro da sala, os olhos presos ao relógio de parede que marcava cada segundo como se fosse uma contagem regressiva para o caos. As palavras de Katiany ainda pairavam no ar como uma sentença: “Você não pode simplesmente... substituir meu pai por outro homem!” Eu não quero outro pai, mãe!”
Clara sentiu o impacto daquelas palavras como se tivessem sido cuspidas com a força de