Em meio ao caos ela não abaixa a cabeça, não se rende e como sempre provoca.
— Vai me bater, senhor Schneider? Vai me prender? — Marta provoca.
— Não, sua filha da putta! Vou fazer você implorar por misericórdia.
A porta do quarto se escancara com um chute e, em segundos, ela está jogada na cama. Ele arranca o próprio blazer, solta a gravata com um puxão.
— Tira tudo. Agora.
Ela obedece com um sorriso travesso, despindo-se lentamente, os olhos colados nele, que a observa como um predador.
— De q