A manhã em São Paulo nasce com o céu tingido de cinza e um vento leve que varre as ruas com uma promessa de mudança imediata. No portão da mansão Schneider, um carro preto para suavemente, Afonso baixa o vidro e é reconhecido imediatamente pelo chefe da segurança, a entrada é liberada, ele estaciona o carro e dele descem três figuras que carregam consigo muito mais do que malas. Afonso Schneider, com os seus cabelos bem penteados, os olhos atentos e o semblante firme, caminha à frente. Ao lado