O celular vibra no bolso de Islanne e, ao ver o nome do irmão na tela, ela atende com um leve sorriso. É raro Jonathan ligar assim, logo cedo, sem mensagem antes, sem aviso. Há algo diferente no tom da manhã.
— Fala, maninho — ela atende, animada, digitando algo no teclado do computador com a outra mão.
— Islanne, bom dia. Consegue vir aqui em casa hoje? Lua tá meio chorosa e não quero sair de casa. A Marta tá cansada… — A voz dele soa suave, mas cansada. — E eu preciso assinar aqueles document