O escritório de Ravi está mergulhado em penumbra, iluminado apenas pelas luzes azuladas dos monitores que preenchem as paredes como janelas para mundos obscuros. Cabos serpenteiam pelo chão, formando uma teia nervosa que se conecta a roteadores, HDs externos e satélites improvisados. Tudo ali pulsa em dados, imagens, vozes, coordenadas.
Ele está sentado na cadeira giratória, os olhos fixos numa das telas. Suas mãos se movem com rapidez quase automática, navegando entre pastas criptografadas, ac