A manhã começa estranha na sede do Grupo Schneider, em São Paulo. Há algo diferente no ar, um silêncio fora do comum, olhares trocados com pesar e cochichos abafados pela movimentação dos corredores. Na recepção principal, a televisão ligada em um dos canais de notícias exibe uma imagem conhecida por todos: Marta Maia.
— É ela… não é? — murmura uma recepcionista, com a voz trêmula.
— Parece que foi atropelada… e grávida — responde outra, em choque.
— Mas ninguém sabia… ninguém.
As notícias se e