A madrugada desponta fria, envolta por um nevoeiro ralo que dança sobre as pastagens da fazenda de Darlene. O silêncio só é quebrado pelo som agudo e contínuo dos grilos e o barulho ritmado dos passos de Eduardo sobre o piso da varanda. Ele ajusta o tablet preso à lateral do case de controle do drone e olha para o céu escuro como breu. Ao lado dele, Darlene finaliza a checagem de bateria e sensores.
— Tudo pronto. Só esperar Ravi confirmar o link — diz ela, focada, os olhos firmes apesar do ca