O sol ainda mal se ergue no céu quando Darlene já está de botas no chão de cimento cru do curral, as mãos firmes na cintura e o olhar atento que denuncia mais que experiência e mostra paixão. O cheiro de terra úmida, couro e esperança embriaga o ar daquela manhã de rotina e resistência. É nesse cenário rústico, quase poético, que ela comanda tudo com precisão e doçura, como uma sinfonia regida por mãos calejadas e um coração valente.
— Vamos, Bravinho... anda, garoto — chama com carinho, batend