A caminhonete sacoleja pela estrada de terra enquanto o pôr do sol cobre o céu de tons alaranjados. O ar do campo invade o veículo, mas ninguém fala sobre o perfume da terra molhada. O silêncio é pesado, como se todos tivessem algo entalado na garganta.
Ao chegarem ao Sítio dos Maia, Miguel está à espera no portão, o semblante ansioso.
— E aí? — pergunta ele, indo direto a Jonathan.
— Como estão a Marta e a Lua?
Jonathan sorri, um alívio visível no rosto.
— Estão evoluindo bem. Lua tá ganhand