O Grupo Schneider acorda como uma fera adormecida: um organismo gigante, pulsando em silêncio entre aço e concreto.
No ar da manhã, há uma eletricidade sutil, uma vibração que passa despercebida pelos distraídos... mas não por Dante Bittencourt.
Ele sente.
Ele sempre sente.
Dante é um fantasma em trajes civis — discreto, mas impossível de ignorar para quem tem sensibilidade suficiente.
Sua presença densa, calculada, é como a sombra que se projeta antes da tempestade.
Onde Islanne Schneider vai,