A noite cai como um manto espesso e opressor sobre a cidade. As luzes dos prédios brilham frias, indiferentes, como olhos de um Deus que observa, mas não intervém. Dentro da casa de Islanne, o silêncio não existe, há expectativa, há tensão, há o prenúncio de algo irreversível.
Islanne chega depois de um dia exaustivo, onde enfrentou conselhos administrativos, reuniões infindáveis, planilhas impiedosas e decisões que só ela poderia tomar. Forte como sempre, inabalável, vestindo a máscara da mulh