O som dos pneus no cascalho da entrada ecoa como um prenúncio. Eduardo salta do carro de aplicativo, deixou o carro de Jonathan na concessionária para revisão, o cenho franzido e uma nuvem pesada sobre os ombros. A mansão Schneider, com a sua imponência silenciosa, parece respirar expectativa à medida que ele atravessa a porta da frente. O rosto fechado, o corpo rígido, e o olhar duro anunciam que o humor dele não é dos melhores e logo se confirma.
— Que trânsito infernal! — resmunga, jogando a