O céu cinza de São Paulo despeja uma leve garoa sobre a capital quando o relógio da recepção do Grupo Schneider marca sete e três da manhã. A cidade ainda engatinha no ritmo acelerado da manhã, mas dentro da sede corporativa, o dia já começa em pleno vapor e no centro desse furacão está Islanne Schneider, a vice presidente da holding que carrega o seu sobrenome com orgulho e muita responsabilidade.
Ela entra no prédio com passos seguros, firmes, como se cada metro percorrido fosse parte de uma