O relógio marca pouco depois das cinco da manhã quando a luz tênue do sol começa a invadir, silenciosa e atrevida, as frestas da cortina da suíte presidencial. O dia ainda boceja lá fora, mas ali dentro... ali dentro o inferno particular de um homem está apenas começando.
Jonathan Schneider desperta com a respiração presa, como se tivesse sido arrancado de um sonho molhado para cair direto em outro, ainda mais cruel. Ele vira devagar, a cueca já colada ao corpo pelo desejo represado da madrugad