A porteira desliza com um leve zumbido, revelando não um campo rústico, mas um organismo vivo de precisão tecnológica. O sítio dos Maia pulsa como uma fazenda do futuro. Galpões imensos, erguidos com simetria, dominam a paisagem como cápsulas prateadas sob o sol. Cada um com sensores discretos, ventilação controlada, sistemas automatizados que distribuem ração e água como se tivessem vontade própria. As entradas são rigorosas e ninguém passa sem touca, macacão esterilizado, máscara e botas de b