O celular caiu sobre a mesa com um baque seco, ecoando no silêncio da sala vazia. A mensagem curta, fria e direta brilhava na tela como um insulto:
Fernanda:
"Não vou mais. Não me procure novamente."
Um sorriso ácido se formou lentamente em meus lábios, carregado de ironia e desprezo. A luz suave das velas refletia-se na mesa de vidro, dançando em meu rosto e revelando o brilho frio em meus olhos claros. Eu não suportava negativas, muito menos quando vinham acompanhadas de tamanha insolência.