📓 Narrado por Clara — Segunda-feira, 06h40
Acordei com o despertador vibrando insistente na mesa de cabeceira. O corpo ainda doía em pontos específicos marcas silenciosas que lembravam tanto a doença quanto a noite que eu não deveria ter vivido.
Rolei devagar na cama, sentando-me na beirada. A primeira coisa que fiz foi abrir a gaveta da cômoda: caixas alinhadas, comprimidos separados. Engoli a prednisona com um gole de água já morna do copo esquecido ali, depois a azatioprina. O ritual já