📓 Narrado por Clara — Noite de sábado
Eu não sei como conseguimos chegar até a porta do chalé. Cada passo era uma batalha entre o impulso dele e minha resistência silenciosa. Miguel me mantinha prensada contra o próprio corpo, os beijos dele roubando o ar dos meus pulmões, as mãos percorrendo meu corpo com uma pressa faminta.
Quando ele girou a chave e empurrou a porta, mal tivemos tempo de ver o interior. Entramos ainda colados, a boca dele devorando a minha, a língua exigente, me deixando