📓 Narrado por Miguel Satamini — Quarta-feira, 23h47 da noite
A rua tava fria.
Fria de um jeito que cortava o ar, mas ainda assim não bastava pra esfriar o que eu sentia.
O vento batia contra o rosto, o terno aberto, o corpo tenso e nem o álcool fazia efeito.
Renato podia rir o quanto quisesse, mas ele não fazia ideia do inferno que era tentar manter o controle quando a porra do nome dela não saía da cabeça.
> Clara.
O nome vinha e voltava, como uma febre.
E quanto mais eu tentav