A manhã parecia um convite para Clarice, mas ela não sabia exatamente o que estava sendo chamada a fazer. A Casa estava quieta, como se tivesse decidido suspender o tempo para ela. O vento entrava pela janela, trazendo consigo o cheiro de terra, folhas molhadas, algo que ela não conseguia nomear, mas que a tocava profundamente.
Sentou-se na mesa da cozinha, seus dedos tocando a borda da xícara de chá de erva-doce, ainda fumegante. O dia, mais uma vez, estava suspenso, como se houvesse algo espe